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Brasil: Carta à Direção Nacional do PSOL
Por Babá - Tuesday, Feb. 09, 2010 at 10:24 PM
opinaellector@izquierdasocialista.org.ar 4381-4240 Hipolito Yrigoyen 1115, Capital Federal

Brasil: Carta à Direção Nacional do PSOL

Carta à Direção Nacional do PSOL
Fonte: Babá
Companheiros

Dirijo-me à direção Nacional para, ao mesmo tempo, fazer uma reclamação de protesto e solicitar providências a respeito das declarações dadas pela presidente nacional de nosso partido, companheira Heloísa Helena, que foram publicadas no Estado de São Paulo de 23 de Janeiro de 2010 sob o título: “Heloísa contraria PSOL e reitera apoio a Marina”.

Segundo a matéria a companheira Heloisa Helena declarou o seguinte: “Quero deixar claro que todo o respeito, admiração e amizade que tenho por Marina estão preservados. Ela é competente, honesta, sensível e absolutamente preparada. Torço muito para que ela seja eleita”, disse Heloisa. “Onde Marina entender que eu posso ajudar, com minha experiência, na construção do programa, vou contribuir, especialmente em segurança pública, saúde e educação”, ofereceu a ex-senadora, sempre segundo a matéria publicada no site Edição.

Mais à frente na matéria Heloisa afirma: “vejo com tristeza, mas acato. Nem minha candidatura à Presidência da República era consenso no partido. Existiam pessoas que queriam minha candidatura apenas pelo eleitoralismo, para ajudar nos Estados”.

Visto que não apareceu nenhum desmentido por parte da companheira, temos que concluir que a declaração foi verdadeira. Considero lamentável que a companheira Heloisa Helena declare que torce pela vitória da candidata do PV, desrespeitando a decisão da Executiva Nacional que, com a sua participação e declaração favorável, decidiu encerrar as negociações com o PV, à par que deliberou pela realização de dez debates prévios com as três pré -candidaturas que disputam no interior de nosso partido qual será o candidato à presidência da República: Plínio de Arruda Sampaio, Babá ou Martiniano Cavalcanti, a ser definido na Convenção Nacional do P-SOL em abril de 2010.

Além de desrespeitar as decisões partidárias e a militância que está envolvendo-se democraticamente com as três candidaturas apresentadas até o presente momento, a companheira ainda acusa de eleitoralistas os militantes e dirigentes de nosso partido que defendíamos a sua candidatura à presidência da República, o que seria o fato mais natural já que ela é principal liderança pública de nosso partido, com possibilidades de quebrar a falsa polarização entre os candidatos de Lula e FHC. Além disso, é um desrespeito particular ao companheiro Martiniano Cavalcante, cuja pré-candidatura foi proposta publicamente por ela no Diretório Nacional em dezembro de 2009, e lançada oficialmente por nota assinada por ela após dita reunião da Executiva Nacional do PSOL.

Solicito à direção Nacional de nosso partido que tome providências junto à companheira Heloisa para que a mesma, mesmo descontente com a decisão do PSOL, respeite as instâncias partidárias e que venha dar apoio ao candidato que for vitorioso em abril na Convenção eleitoral de nosso partido, e que a mesma não declare mais nenhum apoio à candidata do PV, Marina Silva.

Saudações Socialistas

Babá

Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2010.

http://www.youtube.com/watch?v=JY1LyGIoMao

babapresidente.blogspot.com/

http://www.cstpsol.com

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Lo mas importante que hizo heloisa Helana dejar el sectarismo
Por - - Tuesday, Feb. 09, 2010 at 11:26 PM

que bueno algo positivo sobre el futuro del PSOL que se vayan Baba y todos estos nabos sectarios

dijo yo babatrucho unite con el pstu, pocos pero "buenos" cuantos son?
el 0,5% van a sacar en brasil

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nao tem fin
Por felicidade sim - Tuesday, Feb. 09, 2010 at 11:33 PM

El que entre reformistas construye, traicionado se siente.

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Las "monjitas" que superaran al propio PSOL y por supuesto al truchobaba
Por Heloisa y Marina! fundadoras del PT - Tuesday, Feb. 09, 2010 at 11:39 PM

y su amigo sorans, petit, pestaña, chirino y todos los reaccionarios seudotrotskistas que ahora defienden a la RCTV en nombre de la "libertad de expresion"

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las "monjitas" contra los reaccionarios seudotrotskistas que defienden a la RCTV
Por y a los sojeros - Tuesday, Feb. 09, 2010 at 11:46 PM

las "monjitas&q...
marinaheloisa.jpg, image/jpeg, 566x386

fundadoras del PT! marina y heloisa expresion de la ruptura del propio PT , expresion de los movimientos sociales de base brasileños y hoy en la lucha anticapitalista , los otros, baba , soranas, pestaña, chirino, reaccionarios, defendiendo a los sojeros en la argentina y a la RCTV en venezuela , en los hechos terminan con la derecha continental genocida y golpista !

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AS FREIRAS ANTIABORTISTAS
Por Coletivo Femenino de Niteroi - Wednesday, Feb. 10, 2010 at 1:11 PM


MARINA e HELOÍSA = PSDB = IMPERIALISMO

AS FREIRAS ANTIABORTISTAS, GORILAS, AMIGAS DE BISPOS EVANGÈLICOS E CATÓLICOS.

HH E MS ANTIABORTISTAS BRASILEIRAS QUANDO EM 2009 40.000 MULHERES MORRERAM NO BRASIL POR ABORTOS EFETUADOS FORA DE TODO PADRÃO.

MS e HH polítcamente se representam tão somente a si mesmas, alugam suas figuras para servir à direita.

MS foi seis anos ministra de Lula, na sua administração derrubou-se a mata nativa como nunca antes na história trágica brasileira. HH durante todos seus mandatos pelo PT sempre foi bancada pelo caixa 2 do partido. Atualmente se desenquadra da decisão do PSOL de não aliar-se à direita e à revelia do partido mantêm seu projeto pessoal de servir à direita.

HH é traidora, quintacoluna do PSDB.

MS e HH são o refugo da luta de clases, o chorume da entrega. São a direita com cara evangelizadora.

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son dos de Niteroi, en Niteroi manda Renatinho ( PSOL)!
Por seudotroscos reaccionarios - Wednesday, Feb. 10, 2010 at 2:05 PM

que es Renatinho del PSOL respetuosos de las corrientes evangelicas , en Brasil estan muy anidado el tema religioso, incluso en los Sen Terra que por supuesto se reinvindica marxista pero respetuosos de los cros evangelicos, que hay a millares en el MST alla todos en rasiol te desean un buen dios , sobre todo en los sectores popualres y en las clases mas bajas, esta gente resectaria, reaccionaria que se di9ce trotskista,. esta limada y en estadop de descomposicion moral y politica, , aparte en Niteroi no se conoce ningun ¿colectivo feminista? , seran dos amigas de babatrucho y de lacsto pstu truchos, dos boludos sectarios que le agarran el costado religioso a dos fundadoras del PT , asi que en el PT no se puede o podia ser religioso?, es una boludez total
si el PT se formo con la teologia de la liberacion, hasta los grupos guerrilleros brasileños eran teologicos,

estos no saben nada , de esa matriz nacen Heloisa <Helena y Marina Silva la casi segura candidata que terminara votando el PSOL

basofias sectrias
battalla ideologica contra los que le dan la espalda al proceso bolivariano y de socialismo del siglo XXI, y le dan la espalda a los movimientos sociales y a su matriz indoamericana y marxista y guevarista, troscos que no son troscos ni hacen politica trotskista

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Marina defendio ante el avance de las multinacionales que destruyen el ambiente
Por Marina Silva - Wednesday, Feb. 10, 2010 at 2:13 PM

y heloisa helena la mas votada en estado de Alagoas desmienten a esas dos boludas del ¿colectivo feminista de ¿Niteroi?

charca asquerosa , puajjj!

ma que quinta columna?????? vos hijo de puta traidor facho al servicio de la derecha

aguante Marina Silva y Heloisa Helena !! fundadoras del PT y anticapitalistas de los movimientos sociales !

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Heloísa Helena lider antiarbotista
Por Trabajadoras de la salud - Wednesday, Feb. 10, 2010 at 7:25 PM

Desde el Hospital Ramón Carrillo las mujeres trabajadoras de la salud enviamos nuestra solidariedad a las compañeras de Niteroi que son desrespetadas por enmascarados al servicio del crimen femenino y que tienen en Heloísa Helena su lider antiarbotista.

Repudiamos que gente conservadora domine la autollamada "nueva izquierda" e insulte a compañeras feministas.

Esos fachos-reformistas no quedarán impunes!!

ABORTO LIBRE Y PÚBLICO !!!!

(solidariedad con las feministas brasileñas, a denunciar el crimen que encubre HH, traidora del PSOL)

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TODA SOLIDARIEDADE ÀS COMPANHEIRAS DE NITEROI
Por FRENTE NACIONAL LEGALIZAÇÃO ABORTO - Wednesday, Feb. 10, 2010 at 11:51 PM


TODA SOLIDARIEDADE ÀS COMPANHEIRAS DE NITEROI

REPUDIAMOS VEEMENTEMENTE A AGRESSÃO PROFERIDA DE FORMA ANONIMA DESDE ESTE FORUM ÀS COMPANHEIRAS DE NITEROI.

A VIDA DAS MULHERES NÃO SE NEGOCIA.

A DIREITA INFILTRADA NÃO PASSARÁ.

FORA REACIONÁRIOS DE INDYMEDIA.

ANTIABORTISTAS JAMAIS SERÃO DE ESQUERDA.


Pela autonomia e cidadania de todas as mulheres!

Pelo fim da criminalização das mulheres!

Pela legalização do aborto!



Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto





Frente Nacional pela Legalização do Aborto lança nota em apoio ao III PNDH
Nota Pública: 14 de janeiro de 2010




A Frente Nacional pelo fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto vem a público manifestar o seu apoio ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos.

Na luta pela efetivação da democracia, dos direitos humanos e da construção de um país em que não se tolera mais as desigualdades o III PNDH cumpre um papel fundamental no sentido de nortear as Políticas Públicas. E sem dúvida representa avanços aos dois planos anteriores, no que tange a democratização do processo de construção do mesmo e nas próprias resoluções tomadas.

O Plano não se furta a tocar em questões essenciais para a construção de uma sociedade com justiça, igualdade e soberania ao recomendar: a descriminalização e a legalização do aborto, o apoio a uma legislação que garante igualdade jurídica para lésbicas, gays, travestis e outros, como a lei que reconhece a união civil entre pessoas do mesmo sexo, recomenda que se assegure um marco jurídico na questão dos conflitos agrários e, por fim, recomenda a instituição de uma comissão para investigar os crimes de tortura perpetrados pelo Exército durante a ditadura militar.

A apuração e o esclarecimento público da tortura praticada contra homens e mulheres que lutaram contra a ditadura militar são fundamentais para garantir o direito à memória e à verdade histórica. Por isso, apoiamos a iniciativa do 3ª PNDH de, finalmente, instituir a comissão de verdade e apurar estes crimes, assim como foi feito na Argentina e Chile, por exemplo. A resistência dos militares sobre este assunto se soma com outras ações que faz em conjunto com o poder econômico, pretendendo manter-se no controle do país, impedindo a real democratização da sociedade brasileira.

No tema do aborto, entendemos que esta será uma grande oportunidade de realizarmos um debate honesto capaz de acumular contribuições que apontem para superação do arcaísmo e patriarcalismo que rege as idéias sobre o tema. É urgente que a legislação que criminaliza a prática do aborto e viola os direitos reprodutivos seja revista e alterada. E a hipocrisia com que se trata o tema seja definitivamente enterrada.

No Brasil, são realizados a cada ano aproximadamente 1 milhão de abortos de forma clandestina, colocando em risco a saúde e a vida das mulheres pobres, especialmente as mulheres negras.

A Frente Ncional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto em sua declaração nacional de dezembro 2009 já chamava atenção: Em 2010 Recrudesce no Brasil um processo de criminalização dos movimentos sociais, de organizações e militantes. Tal criminalização tem como objetivo bloquear o avanço das lutas por direitos e transformação social
No caso da luta das mulheres não é diferente.

Forças patriarcais tradicionais - constituídas pelas oligarquias, a ultra-direita fascista e setores fundamentalistas das igrejas cristãs - nos últimos anos tem sido protagonistas de um processo de perseguição e criminalização da luta das mulheres por autonomia e autodeterminação reprodutiva.

Numa perversa aliança entre neoliberais e conservadores, vivemos uma conjuntura de cerceamento do direito ao debate democrático sobre a problemática do aborto, ao mesmo tempo em que cresce no Estado o poder e influência destas forças, que ocupam o parlamento, os espaços de controle social e avançam no controle da gestão da rede pública de educação e de saúde.

Hoje, no Brasil, parte dos algozes da inquisição com suas vestes e capuzes tem uma nova face: o paletó, o jaleco branco, a toga, que no legislativo, nos tribunais, serviços de saúde, delegacias se arvoram a prender, julgar, punir e condenar as mulheres que, em situação limites de sua vida, optaram pela prática do aborto como último recurso diante de uma gravidez indesejada. Neste sentido o III PNDH será um importante instrumento de luta.

Nós integrantes da Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto reafirmamos:


* Nosso compromisso com a defesa radical das mulheres e movimentos sociais engajados nas lutas sociais; e nosso compromisso com a construção de um Brasil justo e democrático apontado no 3º PNDH.

* Nosso apoio às iniciativas de romper o silêncio para apurar os crimes de tortura cometidos durante a ditadura e sua decisão de não comparar lutadoras(os) da resistência aos torturadores.

* Nosso apoio a toda iniciativa que faça avançar o direito a terra e a reforma agrária.

* Nosso apoio a construção de uma sociedade sem preconceitos e com direitos para as lésbicas gays, travestis e outros.

* Nosso apoio a todas as iniciativas para a democratização dos meios de comunicação

E convocamos todas as mulheres e suas organizações a mobilizarem sua inquietude, rebeldia e indignação na luta feminista pela defesa do direito das mulheres de tomarem decisões sobre suas vidas de forma soberana.

Exigimos dos poderes da República que mantenha o III PNDH em sua integralidade, a observância dos Tratados Internacionais, dos quais o Brasil é signatário, e a observância das resoluções das Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres que colocam a legalização do aborto como um direito a ser assegurado para as mulheres.

Pela autonomia e cidadania de todas as mulheres!

Pelo fim da criminalização das mulheres!

Pela legalização do aborto!



Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto

http://www.articulacaodemulheres.org.br/

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la unidad de la izquierda no pasa por aborto si o no
Por seudotroskismo! - Thursday, Feb. 11, 2010 at 12:59 PM

y menos en barsil es marginal esta expresion en brasil, donde esta muy isntalado la teologia de la liberacion en los sectores mas pobres , podes estar de acuerdo con el aborto pero no ponerlo como condicion para la fromacion de un frente progresista y de izquierda, son los sectores de la ultraizquierda que no ven esa perspectiva y estrategia politica , podes ser abortista y de izquierda y revolucionario y no poner como condicion que todos los candidatos de un frente sean pro aborto, si estan de acuerdo con los puntos centrales del programa de izquierda anticapitalista. esos errores son los que comete la izquierda testimonial y de espalda a la clase que al final no dota a la misma de una alternativa superadora

el aborto no es una condicion para la formacion de un frente de izquierda de masas es verdad son marginales las mujeres de niteroi, no se conoce ese colectivo anonimo, es mas el mismo Renatinho ( vareador del PSOL.Niteroi y su cro de bancada) han defendido los derechos de genero como vareador de Niteroi del PSOL , pero no pone como condicion para un frente de izquierda a nivel nacional el tema del aborto como excluyente

es una barbaridad de la ultraizquierda , en america latina el tema aborto es una polemica y es un debate a veces entre los mismos sectores de izquierda y el progresismo y hay etapas y se puede ir de a poco y no con el "programa" maximo, hay politica transicional en los derechos de genero en pos de poner en pie una alternativa de izquierda de masas

Marina Y Heloisa representan el brasil pobre y barsil de base de las comunidades y los movimientos sociales todo mi repudio a estas supuestas mujeres que solo ven hacer la reaccionaria contra Heloisa y Marina por su posiciones teologicas

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hhuy ramon carrillo? , deben ser dos del fospstu, babatruchocst
Por mugres reaccionarias - Thursday, Feb. 11, 2010 at 1:08 PM


hablan en representacion del ramon carrillo????, no podes ser tan trucha , sacame un comunicado de la junta interna o del cuerpo de delegados , hace una asamblea masiva y bancatela y pone el tema aborto y veras que nadie te la firma en nombre del ramon carrillo , son dos boludas que hablan en nombre de todas las mujeres, pero son de las orgas de izquierda , orgas sin principios y descompuestas politica y moralmente

son re truchas, de la "izquierda" truchas !!" fos, chotomas , ci, is , pts,po

todo lo centran en el aspecto teologico contra heloisa y marina y ahi meten el picapedrero ,

estan hundidos !!! y el titanic se hunde con todos los podridos y vegetales de las sectas facciosas de la seudoizquierda y el seudotrotkismo

siempre seran el 0%

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cucu +cucu
Por l51 - Thursday, Feb. 11, 2010 at 1:28 PM

este siempre habla de masas y esta mas solo q de la rua el dia del amigo!!!!!
cucu+ vanella: la revolucion!
jajajajaja

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El reformismo acientífico y entreguista.
Por Perla - Thursday, Feb. 11, 2010 at 3:24 PM


Les tiro un par de perlas a los chanchos reformistas reaccionarios.

Son citaciones del maestro Lenin del libro "Acerca de la religión"


“Dios (en la historia y la vida real) es ante todo el conjunto de ideas engendradas por el bestial sometimiento del hombre, tanto por la naturaleza que lo rodea como por el yugo de clase, ideas que afianzan ese sometimiento, adormecen la lucha de clases”

"El marxista debe ser materialista dialéctico, debe plantear la lucha contra la religión de modo concreto en el terreno de la lucha de clases que se despliega en la práctica y que educa a las masas más que nada y mejor que nada."

Los reformistas maquilladores de la opresión humana quieren unir el água y el azeite, la revolución con la religión.

Mama mia que barfunda que tienen estos soretes embalsamados.

Y que palo que le metieron las feministas brasileñas, compañeras que conocen muy bien en la práctica a Heloisa Helena y Marina Silva, en la lucha de clases que se da en la superestructura donde estas pedorras representan el antiabortismo, o sea la muerte de 40 mil mujeres brasileras anualmente y la defensa de la religión como ariete de opresión y contención de los movimientos populares, como la peor expresión del reformismo acientífico y entreguista.

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el sectarismo reaccionario y antileninista
Por seudotrotskistas reaccionarios - Thursday, Feb. 11, 2010 at 4:55 PM

me imagino el partido bolchevique contra evangelizando desde que te hacias afiliado al partido bolchevique ???? es un pedazo de durazno este ultimo post!!!!! , por supuesto que el partido bolchevique no hacia ni practicaba estos metodos reaccionarios con sectores que vienen de la teologia o de fundamentos teologicos, los hubo siempre y los habra en el choque que debe tener todo revolucionario en la disputa de masas ; Lenin nunca puso condicion ni un leninista debe poner como condicion dejar de ser religioso ni estar en contra del aborto como condicion para ser de izquierda

en el caso de Marina y Heloisa dos fundadoras del PT nadie les pidio en el PT semejante prueba de anti teologismo,o antiabortismo, no deberia ser tampoco en el PSOL y no lo es ,

de hecho son parte del PSOL Heloisa< Helena y otros cros que son creyentes pero son parte del programa de izquierda del PSOL , lo mismo Marina que viene de un curso anticapitalista enfrentando a las trasnacionales que contaminam, su salida del PT fue por cuestionar la mano facil de LULA hacia las trasnacionales , fue publica su posicion en defensa de la amazonia en disputa con Dilma Roousef, actual candidata del PT, fue publica la disputa de Marina con la poscion que llevo el gobierno y el PT a la cumbre climatica de Copenaghe posicionandose contra las trasnacionales y su depredacion del ambiente !!!

lo unico que pueden decirle es que es creyente?, Y? Chávez tambien es creyente!!! eso no significa si estoy de acuerdo en su curso progresivo anticapitalista al que debemos apoyar

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No gasten perlas con chanchos reformistas
Por Lito - Thursday, Feb. 11, 2010 at 6:12 PM


No gasten perlas con chanchos reformistas, tirenle palos !!!!

jajajjaja Marina Silva contra las transnacionales, jajajjaajjaj. E Cophenhagen su prpouesta quedó muuuuuuuuuuy a la derecha de Dilma, lo que no es poca cosa. La monjita propuso que Brasil entrara con U$ 1.000 millones en un prorateo con los países capitalistas para ayudar a los países pobres. Le dio letra a Dilma que dijo que Brasil está para posiciones políticas mejores. Y de hecho el substituto de MS en le ministério consiguió disminuir en 6 meses eldesmonte, cosa que la monjita solo consiguió aumentar.

En el PT MS y HH estuvieron siempre a la derecha de Lula.

Imaginen lo que significa estar a la derecha del PT, que digase de pasaje es un partido que desde su fundación jamás tuvo una iniciativa que pudiese contrariar a las iglesias.

MS y HH, bien comparando en la cuestión religiosa están muuuuy a la derecha de la bazofia K que cada tanto tiene encontronazos con la curia, etc.

Entanto las monjitas son socias del genocidio femenino. Votaron contra despenalizar el aborto en la Conferencia Nacional de Salud. Esto, los movimientos femeninos de base y las organizaciones populares no lo olvidan.

El truchito de arriba ignora que no hubo revolución social que contase con el apoyo de las iglesias occidentales.

Che, rentadito pedorro. larga el teclado y lee, que hace bien. Aunque tu problema de militancia gorila se arregla a los palazos.

Chau pedorro maquillador !!!!!

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Truchito y renatdito LIto, lo contrario a vos lo dice Lula
Por `pigmeos truchos y rentaditos - Thursday, Feb. 11, 2010 at 11:21 PM

fue uno de sus mejores cuadros del PT Marina , siempre estuvo Marina a la izquierda del PT justamente por eso se fue del gobierno y del PT, lo que decis de Copengahe??? , si ella no fue a Copenhage??? , ella planteo diferencias con la propuesta de Dilma y el PT que era de entrega y docil sin defensa de la soberaniaa y sin una denucia clara contra las multinacionales

todo trucho lo que decis rentadito y trucho de la secta reraccionaria de baba trucho ispstu litctrucha-uitrucha

pueden irse del PSOL, no es para uds

uDS SECTA VEGETAL CON EL pSTU 0, 5% O CON LOS DE pCO LOS HERMANOS PIGMEOS DE ALTAMIRA EN BRASIL QUE SON EL 0% JAJAJAJAJAJAJAJ

todas las revoluciones tuvieron legiones de millones de creyentes jajajajajajaja y la revolucion se hizo igual.

sabes una cosa se hizo si los boludos pigmeos como vos

en tu molde no estaba eso ,,, en tu libro no figura que lindo no sabes como me divierto con vos ahora te `pongo un video interesante para que veas la cara de baba trucho repudiado en debate en Rio de presidentes del psol solito y aislado pobre

estan quedando cada vez mas solos en america latina

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Heloisa Helena presenta a Martiniano Cavalcante y baba quedo solo
Por y no tiene quien lo aplauda! - Thursday, Feb. 11, 2010 at 11:34 PM

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LOS FACHO REFORMISTAS MIENTEN.
Por LITO plus - Friday, Feb. 12, 2010 at 12:07 AM

LOS FACHO REFORMISTAS MIENTEN.
El pedorro miente y dice que la asesina del amazonas la corruptísima Marina Silva no estuvo emnCopenhaguen.
Entonces lean:

http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/091217/saude/onu_clima_aquecimento_brasil
Que Bueno desenmascarar al forrito que la “nueva izquierda” (nueva entrega) puso para mentir.

Sos um crudo, cabeza limada. Facho capitalista, ewstán a la derecha de Kirchner. Soretes entreguistas.

Por eso vale repetir:
No gasten perlas con chanchos reformistas, tirenle palos !!!!

jajajjaja Marina Silva contra las transnacionales, jajajjaajjaj. E Cophenhagen su prpouesta quedó muuuuuuuuuuy a la derecha de Dilma, lo que no es poca cosa. La monjita propuso que Brasil entrara con U$ 1.000 millones en un prorateo con los países capitalistas para ayudar a los países pobres. Le dio letra a Dilma que dijo que Brasil está para posiciones políticas mejores. Y de hecho el substituto de MS en le ministério consiguió disminuir en 6 meses eldesmonte, cosa que la monjita solo consiguió aumentar.

En el PT MS y HH estuvieron siempre a la derecha de Lula.

Imaginen lo que significa estar a la derecha del PT, que digase de pasaje es un partido que desde su fundación jamás tuvo una iniciativa que pudiese contrariar a las iglesias.

MS y HH, bien comparando en la cuestión religiosa están muuuuy a la derecha de la bazofia K que cada tanto tiene encontronazos con la curia, etc.

Entanto las monjitas son socias del genocidio femenino. Votaron contra despenalizar el aborto en la Conferencia Nacional de Salud. Esto, los movimientos femeninos de base y las organizaciones populares no lo olvidan.

El truchito de arriba ignora que no hubo revolución social que contase con el apoyo de las iglesias occidentales.

Che, rentadito pedorro. larga el teclado y lee, que hace bien. Aunque tu problema de militancia gorila se arregla a los palazos.

Chau pedorro maquillador !!!!!

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aburren
Por coherencia - Friday, Feb. 12, 2010 at 12:27 AM

loco, basta de brasil, tenemos muchas cosas para hacer acá mucho más importantes que opinar sobre una candidata de brasil.

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Si , tenés razón
Por Lito - Friday, Feb. 12, 2010 at 12:48 AM

Si , tenés razón, pero estos pedorros reformistas , porque son apoyados por el capital, creen que pueden patotear , mentir y calumniar libremente.

Tenés razón, hay tanto que hacer por aqui.

De mi parte, me bajo, pero que el pedorro reformista no calumnie defendiendo a esas retruchas brazucas antiabortistas y entreguistas.

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Babá se la pasó todo el tiempo atacando al PV y a la dirección del PSOL
Por SECTAS REACCIONARIAS PEDORRAS HIJASDE PUTA!!! - Saturday, Feb. 13, 2010 at 11:44 AM

batalla implacable a estas mugres sectarias y reaccionarias que se dicen "revolucionarias" y en definitiva apoyan al campo aca en argentina o se van con los guarimbas en venezuela o terminan del lado de los fascistas de la medialuna oligarquica en Bolivia sectas mugrientas hijas de puta en toda la linea , solo falta tiempo para que terminen de desaparecer gracias por los comentarios tienen razon para que debatir brasil, pero a estos nabos ni una le dejamos ni le dejaremos pasar , no son bolcheviques ni hacen leninismo ni trotskismo
estos infectos vegetales que se dicen "revolucionarios" !!!!






babá quedo solo y aislado en el debate y pegandole al PV y a la direccion del PSOL, tildandola de "burocratica y reformista" es lo unico que hizo en su intervencion el infeliz, que fue repudiada y silbada en un auditorio colmado con mas de 600 psolistas en RIO

rata infecta , solo te espera irte del PSOL a juntarte con la otra sectita de pstu para el 0% en brasil

Mandato MES

O debate dos pré-candidatos do PSOL
09/02/2010
Roberto Robaina - MES/ PSOL-RS


Reprodução


Confira o relato do presidente do PSOL no Rio Grande do Sul, Roberto Robaina, sobre o debate ocorrido nesta segunda-feira, 8, no Rio de Janeiro, entre os pré-candidatos à presidência da República pelo partido, e assista aos vídeos do encontro em youtube.com/user/psolRIO.



Estive no debate dos pré-candidatos do PSOL no Rio de Janeiro. Entre as distintas análises que serão feitas deste momento de disputa dos rumos do PSOL e de escolha do seu representante para o pleito nacional, tenha certeza de que pelo menos uma questão todas terão em comum: foi impressionante, e tremendamente positivo – e para a maioria das pessoas surpreendente – a grande participação da militância.Foi uma demonstração da força do PSOL do Rio de Janeiro, expressa também no mandato do deputado Marcelo Freixo e nas recentes filiações do músico Marcelo Yuka e do ex BBB Jean Willis. O auditório do Sindicato dos Previdenciários, no belo bairro da Lapa, estava lotado. O ar condicionado não deu conta. Foram mais de 500 militantes que em plena véspera de feriado carnavalesco – e no Rio já de fato em carnaval – compareceram e escutaram atentamente os três pré-candidatos, Plínio, Babá e Martiniano pela ordem das exposições. Antes deles, o mediador Leo Lince convocou as forças de cada candidatura a destacar um integrante para apresentar e defender seu pré-candidato. Plínio foi apresentado por Milton Temer, Babá pelo sindicalista de São José dos Campos, o químico Cabral, e Martiniano por Heloísa Helena.

Heloísa usou a palavra e logo disse que não aceitou a oferta que lhe fizeram para que ela falasse na condição de presidente porque neste caso era especialmente importante que ela deixasse absolutamente claro que tem lado na disputa: a defesa do nome de Martiniano. Não queria, portanto, falar em nome de todos. Queria defender Martiniano Cavalcante. De minha parte creio que foi o ponto mais alto e mais significativo de toda a discussão. Afinal, e já começando uma análise política do que está em discussão, Heloísa Helena sabe que esta batalha interna expressa uma luta para dar continuidade e desenvolver o trabalho iniciado com a fundação do PSOL. Defender o caráter fundacional do partido foi o principal motivo de sua clara opção por Martiniano.

Vou pedir que você me acompanhe neste texto se estiver interessado nos rumos do PSOL. Afinal, é isso que está em discussão, embora este debate nem começou agora nem vai se encerrar na Conferência eleitoral nacional, independente de qual seja o seu resultado. Sobre o debate iniciado no RJ, de minha parte não tenho dúvidas de que Martiniano fez a melhor exposição. O mais contundente, o mais firme, o que se demonstrou com mais condições de representar o acúmulo programático e político do PSOL. Demonstrou ser quem melhor pode nos representar nos programas e, sobretudo, nos debates de TV, que será o momento mais alto da participação do partido no pleito nacional. Que fará uma campanha com condições de “peitar” Dilma e Serra e divulgar a legenda do PSOL.

Dito isso, acrescento o que é óbvio: todos os representantes das pré-candidaturas vão dizer que seu candidato ganhou o debate. Este roteiro também eu cumpro à risca. Afinal, todos que me conhecem sabem que estou entre aqueles que participam da vida do partido expressando e defendendo posições, não me escondendo ou dissimulando ideais. Por isso faço uma sugestão a todos e todas camaradas psolistas: assistam o vídeo; acessem no you tube (e creio que nestas horas já podem encontrá-lo também no site da camarada Luciana Genro, com que embarquei de Porto Alegre para juntos presenciarmos este primeiro debate de preparação da conferência eleitoral do PSOL). Então, assistam as exposições e tirem suas próprias conclusões.

Para sustentar a minha, me apoio não apenas no debate de ontem. Penso também que a carta aberta que Martiniano apresentou a todos e todas militantes do partido mostra que ele está melhor preparado. Trata-se de um documento político que ordena corretamente as tarefas da campanha nacional do PSOL. Peço que todos os militantes leiam com atenção este excelente documento e leiam também os documentos de lançamento dos outros dois pré-candidatos. Nestes textos mais do que em qualquer outra forma cada um terá ótimas condições de escolher o melhor caminho para o partido. De minha parte estou com Heloísa Helena.

Acreditando que todos acessaram o vídeo, não vou resumir nenhuma fala e me detenho apenas em considerações de algumas questões. Uma questão me chamou a atenção. Os dois candidatos que entraram na discussão, na polêmica, que na sua fala deixaram claro que propostas representam foi Babá e Martiniano.

BABÁ

Babá passou o tempo todo atacando o PV e a direção do PSOL, acusando a direção do Rio de Janeiro de burocrática e responsabilizando a candidatura de Martiniano como responsável de todos os problemas do partido. Seu centro, como, já disse, foi atacar a possibilidade que havia se aberto de apoiar Marina casa ela aceitasse ser uma candidatura de enfrentamento à polarização conservadora do PT e do PSDB. Mas na fala de Babá não existiu nenhuma análise da correlação de forças, do peso do governo, da situação da economia real, das experiências dos governos latino americanos de Evo Morales e Chavez. Nenhuma palavra.

Mas o que me chamou atenção foi que Babá se dedicou a atacar a pré-candidatura de Martiniano. Parecia, sinceramente, uma candidatura encomendada para que Plínio falasse sobre o humano e o divino e não entrasse na polêmica real enquanto Babá mostrava, supostamente, as garras do combate. Digo supostamente porque a intervenção do Babá ficou nisso: ataque a Marina, como se esta questão já não estivesse resolvida. Mas quando me revelo surpreso é pelo fato de que Babá pessoalmente, dias antes do debate, havia me dito que não gostaria de polemizar com Martiniano. Me disse que respeitava muito Martiniano, que havia fundado o PSOL junto com ele e que a candidatura que ele considerava inaceitável era a candidatura de Plínio pelo fato de Plínio – com todo o respeito que merece – não representar este acúmulo da fundação. Estes eram os argumentos de Babá. Argumentos, inclusive, que segundo ele justificavam o lançamento do seu nome. Não foi isso o que ele disse no debate. Revelou-se, mais uma vez, como orgulhosamente reivindica, um homem de corrente. Neste caso a CST, que tem como centro atual de sua tática interna atacar o nome de Heloísa Helena e que tem como definição de que a direção do PSOL tem uma maioria reformista que deve ser derrotada.

Assim, com a fala de Babá, percebi que a primeira expressão pública da campanha de Babá pode ter sido o seu início e o seu final ao mesmo tempo. Se Babá sustentar sua campanha com base nos argumentos que ele dizia que o motivaram a lança-la, então seu nome sairá fortalecido independente do resultado numérico da votação. Se sua campanha seguir na linha da CST – que até agora fez de tudo para isolar o nome de Babá – tudo indica que seu nome será no final retirado da disputa e sua função pró-Plínio revelada neste primeiro debate se desdobrará na derrota política de Babá que aceitará se anular como líder público em nome de ideias marcadas pelo dogmatismo e do sectarismo. Estas nas mãos de Babá decidir esta questão.

Na sua intervenção Martiniano corretamente tentou sintetizar sua carta ao partido. Reivindicou que foi correta a tática de abrir negociações com Marina e disse que esta política foi a expressão da velha política das cartas abertas e de exigências preconizadas por Lenin. Disse que esta política é a que nos permitirá no debate de TV dizer claramente para Marina uma ideia que transcrevo livremente “ Marina, nós do PSOL queríamos nos unir com você para construir uma alternativa ao PT e ao PSDB/DEM, mas você se recusou a esta união e escolheu se aliar ao PSDB. Por isso os que querem um país melhor, que não concordam nem com Dilma e nem com Serra devem vir juntos com o PSOL, votar no 50 de Heloísa Helena” Não há dúvida de que esta abordagem nos dá força para enfrenta-la. Martiniano também defendeu a unidade com o PSTU e a Frente de esquerda. Mas não vendeu a ideia fácil de que a aliança esta resolvida. E deixou claro que nossa prioridade é a legenda do PSOL. Aliás, todos os pré-candidatos que dizem querer a aliança com o PSTU precisam começar a dizer o que estão dispostos a ceder para concretizar esta aliança. A campanha de Plínio, por exemplo, precisa dizer se vai defender que a cabeça de chapa em SP será ou não do PSTU. O que não pode é propagar algo que está longe de ocorrer, a saber, que o nome escolhido pelo PSOL é o que facilita realizar a composição ou não com o PSTU. Aliás, se fosse para dar um nome não tenho dúvida de que Martiniano, pelo seu peso interno no PSOL, teria mais condições de conduzir as negociações capazes de realizar a coligação. Mas nem isso pode garantir de antemão ter o PSTU nem o PCB ao nosso lado.

Na exposição de Martiniano, o companheiro apresentou uma crítica às declarações de Plínio na revista Carta Capital. Plínio nesta entrevista diz que o governo de Lula foi muito melhor do que o de FHC e de que Lula é um homem autêntico, que sente de verdade os problemas do povo, destacando características humanas que fortalecem a imagem de um líder de massas respeitável. Quem assistir o vídeo talvez me acompanhe na posição de que Martiniano depois de ler a citação de Plínio não desenvolveu, por falta de tempo, a conclusão fundamental, isto é, de que o candidato do PSOL não pode ser um comentarista que diz se um governo foi melhor que o outro ou se ele é amigo do Serra ou da Dilma, mas destacar o caráter nefasto do PT e do PSDB, mostrar de modo claro que precisamos de uma alternativa, de que tanto PT quanto o PSDB são projetos vinculados com os bancos, com os grandes empresários e particularmente com megaesquemas de corrupção.

Mas Martiniano foi além. Teve a ousadia de abordar temas complexos: correlação de forças entre as classes, relação da insurreição com a revolução, modelo de produção e de consumo. Infelizmente, os outros candidatos estiveram longe disso, ou os abordaram apenas superficialmente. De minha parte, embora concorde com a análise que a correlação de forças é desfavorável, tal como disse Martiniano no debate, exigindo, portanto, mais do que nunca, a política como arte para transformar a realidade, a mediação como categoria fundamental na elaboração da tática, sustento também que existem inúmeras oportunidades que estão abertas para os revolucionários. Ademais, mesmo com a correlação de forças sendo desfavorável, por conta, sobretudo, da confusão na consciência das massas, pela falta de uma alternativa política socialista e pela própria descrença na possibilidade da existência de uma alternativa, temas tocados por Martiniano, estamos num momento muito mais favorável do que outros momentos da história.

A classe trabalhadora e a humanidade, por exemplo, derrotaram o nazismo. Depois disso, foi pela ação da classe trabalhadora que inúmeras reformas sociais foram conquistadas na Europa e aqui, na nossa América Latina, foram os trabalhadores os sujeitos sociais fundamentais da derrota das ditaduras militares genocidas. Agora, também em nossa América Latina, os trabalhadores e as classes médias empobrecidas conquistaram governos nacionalistas e democráticos na Venezuela e na Bolívia, mostrando que surgiu uma corrente nacionalista revolucionária que não se via no continente desde a revolução cubana. Estes governos não existiriam sem a combinação de conquistas democráticas e levantes de massas, inclusive insurreições populares. Baixado a terra para o Brasil, a própria possibilidade do PSOL, na esteira do acúmulo de três décadas da esquerda que a própria existência do PSOL não permitiu que se perdesse de todo, mostra que a correlação de forças, embora desfavorável, nos coloca brechas para atuar e crescer, fortalecendo um polo socialista. Heloísa Helena segue sendo a personificação e símbolo deste acúmulo, não o único, mas o principal. Martiniano, aliás, é o único pré-candidato que percebe a importância desta liderança que conecta o PSOL hoje com a possibilidade de realmente disputar as massas e, portanto, de se colocar como alternativa de luta pelo poder.

Finalmente, a crise econômica capitalista mostra que, apesar da continuidade da defensiva das ideias socialistas, o capital também está deslegitimado – ou se deslegitimando -como modo de produção capaz de reproduzir a sociedade em constante progresso material. Traz cada vez mais desigualdade e destruição. A crise iniciada em 2007 apenas está dando seus primeiros passos e abriu, provavelmente, todo um período histórico novo capaz de recolocar a ofensiva socialista na ordem do dia. É óbvio que isso não se desenvolverá sem partido e sem política concreta que parta da análise concreta da situação e concreta e da relação de forças entre as classes. Martiniano teve a ousadia de entrar nestes temas. Vamos todos seguir desenvolvendo-os. No que diz respeito à política, Martiniano reafirmou a importância da luta contra a corrupção. Plínio, mais uma vez, não disse nada sobre isso. Parece desconhecer a vida do PSOL gaúcho que se fortaleceu em 2009 por ser o campeão da luta contra o governo corrupto do PSDB. Parece desconhecer a importância do PSOL do Distrito Federal, que com a direção de Enrique Morales, Toninho e Maninha, esteve na linha de frente do combate contra Arruda, o que fortaleceu o PSOL no Distrito Federal e nos abriu novas oportunidades. Martiniano mostrou não desconhecer a importância destas políticas.

Para finalizar quero comentar uma metáfora feita por Plinio acerca da correlação de forças entre as classes, aliás a única abordagem que fez sobre o assunto. Plínio bem humorado fez a metáfora da experiência com ratos que correm atrás de um queijo colocado a frente deles e que, justo na hora em que o queijo vai ser agarrado, o pesquisador tira o queijo e o rato se frustra. O rato tenta uma vez, quando vai pegar o queijo , o queijo é tirado. Na segunda, idem. Na terceira, idem. Na quarta, o queijo é posto na frente para que o rato corra para pegá-lo, mas o rato já não se mexe mais, desiste de ir atrás do queijo. Na metáfora o povo seria o ratinho, depois das frustrações que viveu ao longo dos últimos anos, a maior delas com Lula. De fato ocorreram muitas frustrações. De fato o povo esta desmobilizado. Mas acho infeliz a comparação com os ratinhos porque despreza um fenômeno fundamental: a consciência das massas populares. Muitas vezes quando os pés não estão andando muito a cabeça está tirando conclusões. Mas a desconsideração de Plínio pela consciência revelada nesta metáfora ( que se expressa também na pouco importância que Plínio atribui à luta contra a corrupção como elemento de desenvolvimento da consciência de classe) tem uma expressão mais grave: sua falta de compreensão acerca da importância do partido, em particular do PSOL De minha parte, embora concorde com a análise que a correlação de forças é desfavorável, tal como disse Martiniano no debate, exigindo,portanto, mais do que nunca, a política como arte para transformar a realidade, a mediação como categoria fundamental na elaboração da tática, sustento também que existem inúmeros oportunidades que estão abertas para os revolucionários. Ademais, a correlação de forças mesmo sendo desfavorável, por conta sobretudo da confusão na consciência das massas, pela falta de uma alternativa política socialista e pela própria descrença na possibilidade da existência de uma alternativa, temas tocados por Martiniano, estamos num momento muito mais favorável do que outros momentos da história.

Não é uma questão de honestidade deste militante de 79 anos que milita mais do que muitos jovens de 29, sendo neste sentido um exemplo. Respeito Plínio como militante. Por isso também respeito suas ideias. Mas respeitar não quer dizer concordar, necessariamente. Plinio entende a recomposição da esquerda como um processo horizontal onde o PSOL é uma parte, mas não necessariamente a parte dirigente. Nós pensamos que o PSOL tem a vocação para ser a parte dirigente e sem o protagonismo do partido como central não há como – pelo menos neste período histórico – uma recomposição que realmente se efetive e coloque a luta pelo poder como luta central, em torno do qual o rumo do país se decide. Por isso em muitos dos seus artigos recentes escritos na Folha de SP, Plínio sequer se apresentava como militante do PSOL, se apresentando apenas como ex-deputado federal do PT. Por isso creio que no fundo Plínio não entende a importância da campanha chamando o voto na legenda do PSOL. E não é uma importância apenas eleitoral, que por si só já seria justificável. E para fortalecer a sigla do partido, para fortalecer o partido como carro chefe das lutas sociais, como condutor, como partido dirigente da classe trabalhadora e do povo pobre na defesa das suas demandas imediatas e em sua mobilização permanente até a conquista de um governo revolucionário dos trabalhadores e do povo.



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Marina Silva en Copengahe
Por es progresivo este proceso de ruptura del PT - Saturday, Feb. 13, 2010 at 11:54 AM

eso es lo que hay que ver, que hay un proceso de ruptura por izquierda al PT y eso expresan Marina Silva y Heloisa Helena, no estamos debatiendo si son revolucionarioas, estamos debatiendo como nos paramos antes este proceso de ruptura del mayor proceso continental de millones en la formacion de un partido que surgio con postulados de izquierda como fue el PT . eso es lo que tenemos que ver y analizar con profundidad, no si MS y HH son teologicas o creyentes, son dox PT que han girado a posiciones de izquierda anticapitalista el infeliz de arriba nos dice que ellas estuvieron a la derecha siempre del PT , entonces el PT es de izquierda, al final defienden al PT , a este nuevo NEW PT proimperialista de los banqueros y los empresarios

eso es lo que cuestionan HH y MS justamente el giro derechista del NEW PT

pero a este infeliz le pego

Un fracaso en Copenhague es "tan grave como Holocausto", según Marina Silva
http://ecodiario.eleconomista.es/internacional/noticias/1778882/12/09/Un-fracaso-en-Copenhague-es-tan-grave-como-Holocausto-segun-Marina-Silva.html
17/12/2009 - 12:58
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La ex ministra brasileña de Medio Ambiente Marina Silva llamó el jueves a "impedir" que los líderes se vayan de Copenhague sin un compromiso porque un fracaso sería "tan grave como la esclavitud o el Holocausto", al margen de la cumbre que debe forjar un nuevo acuerdo de lucha contra el calentamiento.

Hay que "impedir que los líderes se vayan de Copenhague sin el compromiso necesario para salvar nuestro planeta", afirmó la ex ministra.

Un fracaso el viernes, al final de esta ronda de negociación, sería "tan grave como la esclavitud o el Holocausto", añadió la ecologista y muy posible candidata a la presidencia brasileña.

Como la esclavitud y el Holocausto, "los peligros" del cambio climático "son hechos tan graves que no se pueden ni castigar ni perdonar", aseguró Silva a la AFP.

"Si nos vamos de Copenhague sin acuerdo, será del mismo orden que esos males, el mal absoluto", concluyó.

ig/acc/erl



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Marina Silva afirma que la intransigencia a los cambios climáticos es "ecoterrorismo&
Por // - Saturday, Feb. 13, 2010 at 11:58 AM




La precandidata presidencial del Partido Verde (PV) de Brasil, Marina Silva.
http://www.infolatam.com/entrada/brasil_marina_silva_afirma_que_la_intran-16983.html

Las Claves:
Si "nada se hace" ante el calentamiento global la humanidad "tendrá un futuro catastrófico", dijo Silva.
La ex ministra criticó la posición que presentará Brasil en la Conferencia del Clima de Copenhague, en diciembre próximo.
Infolatam
Sao Paulo, 2 de noviembre de 2009



La ex ministra de Medio Ambiente y precandidata presidencial del Partido Verde (PV) de Brasil, Marina Silva, afirmó que la intransigencia de los Gobiernos y de gran parte de la sociedad frente a los cambios climáticos provocados por el hombre es un acto de "ecoterrorismo".

"Estamos viviendo en una esquina 'civilizadora' y tenemos que virar para el lado cierto, pues hablando de esa forma 'civilizadora' parece todo como una cosa 'ecoterrorista', aseveró Silva durante su participación en un seminario de relaciones internacionales, según citó la edición digital del diario Folha de Sao Paulo.

En el seminario de la universidad Fundación Armando Álvares Penteado (FAAP), que finaliza en Sao Paulo con la participación del ex presidente colombiano César Gaviria, Silva consideró que si "nada se hace" ante el calentamiento global provocado por el efecto invernadero, la humanidad "tendrá un futuro catastrófico".

La senadora y líder ambientalista, quien por diferencias ideológicas renunció este año al cargo de ministra y al gobernante Partido de los Trabajadores (PT) del presidente Lula da Silva, criticó la posición que presentará Brasil en la Conferencia del Clima de Copenhague, en diciembre próximo.

"Sobre quién va a comandar la delegación (de Brasil en Dinamarca) es una decisión del Gobierno. Si hay una propuesta ya tomada, decidida, transparente y discutida con la sociedad, el portavoz va a tener que atenerse a la propuesta, pero la propuesta gubernamental está atrasada, no existe", exclamó Silva.

La delegación brasileña en Copenhague será encabezada por la ministra de Presidencia, Dilma Rousseff, potencial candidata del PT para disputar las elecciones de 2010.

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Nuestros derechos indigenas
Por MARINA SILVA - Saturday, Feb. 13, 2010 at 12:08 PM

CALLENSE , CALLENSE !!!!!!! , QUE ME DESESPERAN!!!!!!!! SECTITAS INFECTAS SEUDO TROTSKASA REACCIONARIAS

AQUI Y NO ES UN DEFENSA INCONDICIONAL DE MARINA SILVA AQUI LA MARINA DEFENDIENDO LOS PUEBLOS INDIGENAS, LA DEFENSA DE LA AMAZONIA Y LA DEFENSA DEL MEDIO AMBIENTE, ANTE EL AVANCE DE LAS TRASNACIONALES, LA LUCHA ANTICAPITALISTA EN DEFINITIVA




Nuestros derechos indígenas

"Brasil les debe mucho a sus ciudadanos indígenas, incluso la protección de sus fronteras -al contrario de las mentiras y los prejuicios- y la preservación de importantes recursos", afirma Marina.

Marina Silva
Brasilia, Brasil
http://www.ar.terra.com/terramagazine/interna/0,,EI12867-OI3981897,00.html


El pasado viernes, 36 familias de la etnia guaraní-kaiowá fueron desalojadas del área que ocupaban hace casi dos años. Fueron ubicadas en las márgenes de la carretera BR-163, cerca del municipio de Rio Brilhante, en Mato Grosso do Sul, sin agua, luz o un abrigo seguro para la lluvia. Sin espacio para vivir y sembrar, van a depender de las canastas de alimentos entregadas por la Funai (Fundación Nacional del Indio).

Infelizmente esa es la situación en la que se encuentran centenas de familias indígenas que viven en más de 20 campamentos en las márgenes de carreteras y autopistas de Mato Grosso do Sul, estado que tiene la segunda población indígena más numerosa de Brasil. Hace décadas que esas personas aguardan el derecho de posesión de sus tierras tradicionales.

La situación vivida por los guaraní-kaiowá, que tiene una población cercana a las 45.000 personas, es terrible. La falta de tierras se señala como el origen del alarmante número de casos de suicidios, homicidios y desnutrición entre ese pueblo.

Según el informe del Consejo Misionario Indigenista (Cimi) sólo en 2008 se contaron 34 suicidios. La cifra indica que hubo un aumento importante en comparación con los años anteriores. Entre 2003 y 2007, 113 guaraní-kaiowá se mataron, un promedio de 22 al año. El mismo informe señala una tasa altísima de homicidios. De los 60 asesinatos de indígenas que ocurrieron el año pasado en todo el país, 42 fueron de esa tribu.

El año pasado, en la reserva de Dourados, murieron 2 niños debido a la desnutrición, 24 fueron internados con desnutrición severa y otros 200 con desnutrición moderada. Allí se encuentra la concentración de indígenas más grande del país. Son aproximadamente 13 mil personas provenientes de tres etnias diferentes: los guaraní-kaiowá, los guaraní-nhandeva y los terena, que ocupan un área de 3.600 hectáreas.

Cuando los europeos llegaron a esta tierra, los pueblos nativos representaban una población de más de cinco millones de personas. Hoy están reducidos a, aproximadamente, 730.000. Como cualquier estudiante sabe, Brasil les debe mucho a sus ciudadanos indígenas, incluso la protección de sus fronteras -al contrario de las mentiras de ocasión y de los prejuicios que se propagan- y la preservación de importantes recursos naturales. Además de haberse favorecido de la sabiduría y los conocimientos tradicionales indígenas a lo largo de toda su historia.

No es posible que en pleno siglo XXI, los indios sigan siendo obligados a relacionarse con el mundo de los blancos en condición de inferioridad desde el punto de vista cultural, social y económico y, no en pocas ocasiones, como algo molesto.

No hay más espacio para que pueblos tradicionales sean vistos con la mirada arrogante del colonizador que decide por ellos lo que debe y lo que no debe hacerse con respecto a sus intereses y costumbres. No se puede tolerar más que su cultura milenaria y sus derechos civiles y humanos sean menospreciados por la ganancia, en nombre de argumentos que no resisten a un análisis bien informado y honesto.

Los guaraní-kaiowá fueron los pueblos indígenas más perjudicados, gracias a la rapidez y violencia con las que se arrebataron sus tierras. Su resistencia es conmovedora, pero su lucha no puede ser considerada un problema que los involucra sólo a ellos. Es nuestro. Los derechos de los indígenas también son nuestros derechos. Lo que les ocurre a ellos nos afecta, nos degrada, denuncia la fragilidad de nuestros proyectos de ser una potencia mundial.

Es necesario que los ciudadanos de todas las regiones de Brasil presionen y manifiesten su indignación. Y que la Justicia, el Ministerio Público, los gobiernos estatales, municipales y federal, junto a la Funai, a los propios indios y otras instituciones representativas, se empeñen más en la búsqueda por una solución definitiva.

Pues, evidentemente, lo que se hizo hasta ahora no fue suficiente y tampoco llevó en consideración el hecho de que los indios no tienen más tiempo para esperar por algo que parece que nunca llega: justicia. O sea, acceso a los recursos naturales, a la preservación de su cultura, además de derechos básicos a la salud, educación y seguridad. Una vida digna.

Al final, ningún país puede considerarse desarrollado si no respeta las poblaciones tradicionales y no adopta una actitud de protección hacia los más vulnerables. Eso es parte indisociable del verdadero desarrollo.

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Conteo regresivo: DEFORESTACION CERO , por Marina Silva
Por / - Saturday, Feb. 13, 2010 at 12:24 PM

24 de septiembre de 2009

Conteo regresivo
http://www.ar.terra.com/terramagazine/interna/0,,EI12867-OI3993231,00.html

"Ningún país puede retrasar su transición hacia una sociedad de bajo carbono. El dilema sobre como de promover el crecimiento sin empeorar los efectos del calentamiento es universal", dice Marina.

Marina Silva
Brasilia, Brasil


Faltan 74 días para el inicio de la 15a Conferencia sobre el Clima (COP 15), que se realizará en Copenhague, Dinamarca, y que reunirá a líderes mundiales para elaborar un nuevo acuerdo global para hacerle frente a los problemas derivados de los cambios climáticos. Hasta entonces estaremos en un conteo regresivo en la expectativa de lograr una agenda de negociaciones capaz de responder al desafío único que el mundo tiene por adelante.

Aproximadamente 100 líderes mundiales se reunieron ayer en la sede de las Naciones Unidas (ONU), en Nueva York, Estados Unidos, llamados por el secretario general de la organización, Ban Ki-moon. Para él, esta Cumbre sobre el clima es la última oportunidad que hay para movilizar a jefes de Estado para que se "selle el acuerdo" sobre el clima.

Es comprensible que exista el temor de que no se logre avanzar de forma concreta en las negociaciones que resulten en un acuerdo significativo en Copenhague. Pues parecería que aún no hay una consciencia política de que el hacerle frente a los cambios climáticos va a exigir medidas urgentes en escala mundial y compromisos de todos los países para lograr una economía con bajo nivel de carbono, cada uno según su capacidad.

El cambio climático no es solamente un problema ambiental. Es algo que exigirá cambios estructurales profundos y que crearán un nuevo paradigma para el desarrollo. Todas las inversiones que tengan por objetivo la generación de empleos, renta, producción y tecnología del siglo XXI deben partir de esa reflexión. Ningún país puede retrasar su participación en la transición hacia una sociedad de bajo carbono. El dilema sobre la forma de promover el crecimiento sin empeorar las consecuencias del calentamiento global es universal.

Para los países pobres y en desarrollo, esa transición adquiere contornos dramáticos frente al desafío de ofrecer calidad de vida a millones de personas que aún viven en la pobreza. ¿Cómo crecer dialogando adecuadamente con las necesidades y responsabilidades inminentes impuestas por la crisis ambiental, cuyo eje central son los cambios climáticos?

En el pronunciamiento de ayer, el presidente de la Comisión Europea, José Manuel Barroso, dijo que las negociaciones de la ONU están en un momento peligroso de paralización. "No se trata de una discusión a la que podamos volver el año que viene. Eso resultaría en un terrible colapso, un retraso de años para que las acciones contra los cambios climáticos comiencen a ser adoptados". Barroso también destacó que parecería que los cambios climáticos están ocurriendo más rápido de lo previsto por el Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Climático (IPCC) hace dos años. "Necesitamos encontrar soluciones ahora".

Durante la Cumbre, el gobierno chino anunció un plan para hacer se matriz energética un 15% renovable hasta 2020, la iniciativa de plantar 40 millones de árboles, reducir las emisiones tóxicas de vehículos automotores, de las fábricas y de sus plantas de carbón, además de ofrecerle ayuda a los países más pobres.

La Unión Europea también publicó la meta de reducir en un 20% el nivel de emisiones hasta 2020. Por su parte, la medida más agresiva de Estados Unidos hasta el momento es el anuncio de cortar el 4% de las emisiones, comparado a los niveles de 1990.

Mientras tanto otros países, la mayoría en desarrollo, presentan iniciativas más creativas y audaces, aunque no sean de fácil aplicación. Costa Rica, por ejemplo, propone una transición para la neutralidad del carbono hasta 2021. Las Maldivas y otros países insulares pretenden alcanzar la neutralidad del carbono hasta la mitad del siglo. Corea del Sul, por su parte, está invirtiendo cerca del 80% de su paquete de beneficio fiscal en providencias relacionadas al clima.

Brasil, que juega un rol importante en esa discusión, estuvo ausente al encuentro sin justificación aceptable, y hasta el momento anunció metas poco audaces. El plan es la reducción del 80% de las emisiones originadas por la deforestación de la Amazonia -la principal fuente de emisiones de gases- hasta 2020, y ampliarlo con cortes en las emisiones originadas por otros sectores. Podríamos avanzar más, principalmente en el compromiso con metas de deforestación cero para todos los ecosistemas.

Es necesario que las naciones presenten compromisos más claros, aunque sean compromisos de voluntad. El mundo desarrollado y el que está en desarrollo necesitan el uno del otro para salir adelante y avanzar a partir de los esfuerzos multilaterales apoyados en objetivos generosos y solidarios, con inversiones sustanciales.

La sociedad también debe participar en esas negociaciones y debe hacerse escuchar, exigiendo una representación que tome en consideración sus prioridades y problemas, no sólo las conveniencias de la cultura política tradicional, ultrapasada y todavía muy poderosa.

Este lunes 21 fue el día del alerta general de la Campaña Global de Acciones por el Clima (GCCA), más conocida como TicTacTicTac, con acciones desarrolladas alrededor del mundo para hacerle un llamado a la sociedad y convencer a los líderes internacionales a firmar un acuerdo justo y eficiente en la Cumbre de Copenhague. Para participar, consulte las páginas web http://www.tictactictac.org.br o http://tcktcktck.org.

La ONU también está llamando a la población mundial para firmar un pedido por internet, como parte de la campaña "Seal the Deal" (Sellar el acuerdo), solicitando medidas urgentes de combate a los cambios climáticos. Se entregarán las firmas recogidas a los líderes mundiales durante la COP-15. Basta ingresar a la página web http://www.sealthedeal2009.org.

Y el domingo, 27 de septiembre, junto al Partido Verde, el Movimiento Brasil en el Clima y varias organizaciones no gubernamentales en Río de Janeiro participaré de una caminata que saldrá a las 11:00 de Leblon en dirección a Leme. Le solicitaremos al gobierno brasileño que asuma metas de reducción de emisiones de carbono y que adopte políticas que apunten, entre otros objetivos, para la deforestación cero y el fin de las nuevas plantas termoeléctricas a carbón. Es necesario que el gobierno sea claro y asuma esas metas en la Conferencia de Copenhague de forma obligatoria e internacionalmente comprobable.

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